Arquivo da categoria: Gráficos Força

Acompanhamento Gráfico de Força – Semana 4

Essa semana foi a mais difícil da dieta, como previsto a disposição para o treino caiu o que pode ter ocorrido por alterações hormonais conforme comentei no inicio do blog. O plano A é fundamental para o corpo se adequar a cetose mas passar dos 30 dias acho desnecessário e para quem treina musculação acredito que possa ser reduzida há 15 dias. Meu desempenho em relação a força houve uma queda gradativa, mas muito mais relacionada a falta de disposição e isso ocorreu para todos os músculos.

GRAFICO-FORCA-PERNA-SEMANA-4

GRAFICO-FORCA-PERNA-SEMANA-

Abaixo o dia B do treino (Peitoral Maior, Tríceps e Anterior de Ombro):

GRAFICO-FORCA-PEITO-SEMANA-

Abaixo se observa uma queda na força do peitoral maior.

FORCA-PEITO-SEMANA-4-D

Abaixo o treino C (Costas, Bíceps, Feixe Lateral de Ombro e Posterior de Ombro):

GRAFICO-FORCA-COSTAS-SEMANA

No treino C houve uma queda para todos os músculos envolvidos na sessão:

FORCA-COSTAS-SEMANA-4-D

Admito que estou ansioso para o início da etapa dois do programa e a inclusão dos carboidratos para que seja possível constatar a alteração na disposição e força.

Anúncios

Acompanhamento Gráfico de Força – Semana 3

Tenho conseguido aumentar a carga nos treinos de perna, mas a disposição para o treino não é a mesma em alguns dias, qualquer alteração nas horas de sono agora parecem influenciar na disposição para treinar.

FORÇA_TREINO_A

A maior evolução em termos de força continua no quadríceps. Embora os demais músculos também estejam evoluindo ou ao menos mantendo o desempenho do início do programa.

FORÇA_TREINO_A_D

Já no treino de peitoral, tríceps e deltoide anterior percebi uma queda no desempenho.

FORÇA_TREINO_B

A queda mais acentuada está no peitoral maior e levemente no tríceps, já o deltoide anterior houve uma evolução:

FORÇA_TREINO_B_D

De alguma forma a queda no desempenho está relacionada aos membros superiores:

FORÇA_TREINO_C

Nesse treino costas manteve o desempenho assim como o bíceps, mas deltoide posterior houve uma queda.

FORÇA_TREINO_C_D

Essa semana senti reflexos na disposição para treinar, não necessariamente na força, alguns  dias foram piores sendo que nestes não pude dormir mais de 5 h, nos demais dias que pude descansar perto de 7 h o empenho voltou ao normal. De certa forma percebi que estou mais suscetível as horas de descanso  causando a perda do “foco” no treino, outro fator foi que essa semana a média calórica também acabou sendo reduzida (inconscientemente) o que pode ter influenciado.

Acompanhamento Gráfico de Força – Semana 2

O desempenho nos treinos continua inalterado, no caso dos treino de perna tenho conseguido evoluir tanto no início do treino como nas cargas finais.
SEMANA-2-FORCA-PERNA

A maior evolução em termos de força vem do quadríceps. Embora os demais músculos também estejam evoluindo ou ao menos mantendo o desempenho do início do programa.

SEMANA-2-FORCA-PERNA-D

O mesmo vem acontecendo com o peitoral maior, tríceps e deltoide anterior. O desempenho tem aumentado no início e final do treino.

SEMANA-2-FORCA-PEITO

Peito e tríceps tem evoluído no que diz respeito a força, deltoide e ante-braço estão mantendo o desempenho:

SEMANA-2-FORCA-PEITO-D

O padrão de evolução se repete para grande dorsal, trapézio, bíceps e deltoide porção lateral e posterior.

SEMANA-2-FORCA-COSTAS

O 10° dia de treino houve uma queda de desempenho, apenas os deltoide manteve a performance, no entanto no 13° dia o desempenho em termos de força voltou ao normal superando até os demais dias.

SEMANA-2-FORCA-COSTAS-D

Sobretudo o que pude notar é que manter um diário de treino é um fator motivacional para que você tente sempre ir um pouco mais além, claro que sempre respeitando a execução correta do movimento. Iniciar o treino com uma meta, tem sido mais importante para a manutenção de força do que os nutrientes ou calorias consumidas.

Acompanhamento Gráfico de Força – Semana 1

Os gráficos abaixo são indicativos de desempenho no treino, a intenção é medirmos o quanto a dieta esta influenciando positivamente ou negativamento o treinamento com pesos. Mas como medir isso? Bom, adotei uma maneira simples para que todos possam fazer: depois de definirmos o treino que seguiremos por um mês ou mais até trocarmos por outro, anotaremos em cada rotina de treinamento o peso inicial utilizado e o peso final utilizado para o exercício executado. Por exemplo: supino reto – carga inicial 40 kg – carga final 80 kg – e faremos o mesmo procedimento para cada exercício executado, veja estamos montando um diário de treinamento. No próximo treino de peito faremos a mesma coisa e iremos comparar os dados de maneira simples: se estamos conseguindo levantar mais carga ou manter a mesma carga ao longo da dieta a falta do glicogênio não está interferindo no treino, mas se nossa força começar a cair pode ser um indício da falta de glicogênio embora fatores como sono, alimentação, stress podem comprometer a força e o empenho no treino.

FORÇA_TREINO_A

O primeiro gráfico do treino de perna nos mostra que no primeiro dia tive um desempenho melhor ou seja na segunda rotina de treino de perna eu carreguei menos peso tanto na carga inicial como na carga final. No gráfico ao lado detalhei pelos músculos trabalhados na rotina de perna, o que me mostra que apenas no quadríceps executei os exercícios com menos peso, nos demais mantive praticamente a mesma carga. Essa pequena diferença pode ser causada por vários fatores mas não pelo glicogênio, por exemplo: o primeiro dia foi executado na segunda-feira, provavelmente estava mais descansado e o segundo treino de perna foi em uma quinta-feira e talvez eu já estivesse cansado ou dormido pouco.

FORÇA_TREINO_B

Já na rotina para peito foi diferente, meu treino de sexta-feira foi melhor do que o de terça para o mesmo músculo. Acredite: o fato de você anotar as cargas usadas é um fator motivacional para melhorar seu desempenho.

FORÇA_TREINO_C

Com o treino de costas aconteceu o mesmo que o treino de peito, até então sem interferência de força pela falta de glicogênio.